Estamos no século XVIII, na Inglaterra georgiana. Como todas
as gerações de sua família, Chloe Wherlocke possui habilidades especiais, e o
seu dom é enxergar além da visão física. Em 1785 ela prevê a morte de uma
mulher que acabara de dar à luz e toda uma trama para atender a motivos
escusos. Ao encontrar uma criança abandonada ao lado do corpo da mãe, ela salva
o bebê e o cria escondido do mundo. Fazia isso por amor, mas talvez houvesse
neste gesto alguma força do destino... Com o passar dos anos, Chloe descobre
que o encontro com a criança não havia sido uma simples coincidência e nota,
pouco a pouco, um desenrolar de acontecimentos que envolviam todos os membros
de sua família, num jogo de traições, mentiras e assassinatos. Consciente de
tudo, ela precisa ser rápida para salvar a vida do pai do menino, o conde
Julian Kenwood, e avisá-lo que o filho não morreu. Mas, ao se aproximar da família
Kenwood, Chloe percebe seu sentimento de proteção por Julian se transformar
enquanto a cada momento tudo fica mais perigoso.
* * *
Segredos e intrigas como o estopim de paixões perigosas. Por
toda a Londres do século XVIII, é possível ouvir sussurros e boatos sobre os
dons inexplicáveis da família Wherlocke. Mas o Lorde Ashton, um homem com
firmes convicções, é uma das vozes mais céticas de seu tempo, e tudo caminhava
para continuar assim... até encontrar uma bela mulher desacordada, largada no
quarto de um bordel. A mulher misteriosa é Penélope Wherlocke, e seu dom
especial a levou para um mundo perigoso de alta sociedade, quando foi
sequestrada e vendida a uma cafetina criminosa. Ao vê-la, Ashton ficou
enfeitiçado. Algo lhe diz que deveria esquecê-la, mas é atraído cada vez mais
para a vida dela, transformando-se em seu protetor. Porém, Penélope é uma
mulher com ideias próprias, algo que sempre a afastou dos homens de sua época,
mas enfim encontra alguém seguro e capaz de lidar com suas habilidades
sobrenaturais.
* * *
Uma história sobre como o poder do destino e do desejo pode
realizar coisas aparentemente impossíveis. Estamos na Inglaterra, no século
XVIII. Assim como a maioria de seus familiares, a bela e jovem Alethea Vaughn
Channing possui dons especiais. Desde pequena ela tem visões recorrentes de um
homem desconhecido. Passados 15 anos desde a primeira visão, ela prevê um risco
iminente de morte. Ela precisa encontrá-lo, contar sobre sua visão e
convencê-lo de que corre perigo… Mas quem acreditaria numa estranha com uma
conversa dessas? Ainda sob um ceticismo inicial, ele percebe sinceridade na
desconhecida e, agindo emocionalmente, decide acreditar na estranha para tentar
novamente descobrir o paradeiro de seus dois sobrinhos, que desapareceram após
a trágica morte de sua irmã e do esposo. Durante essa busca, começa então a
florescer uma forte admiração entre os dois, até surgir a perigosa Claudete,
uma antiga amante de Hartley, e que Alethea descobrirá estar entre as pessoas
mais ameaçadoras da alta sociedade de Londres. Então, a sua vida também passa a
correr perigo e ela precisará mais do que nunca de seus poderes para garantir a
sua segurança.
* * *
Um homem nu aparece no roseiral da família de Lorelei
Sundun. Ao contrário de gritos ou pedidos de socorro, algo que se esperava da
maioria das mulheres de sua época, Lorelei oferece ajuda, pois percebe o
embaraço do rapaz, que não sabia onde estava. Ela nunca ouvira falar da família
de Argus Wherlocke, nem sobre os dons paranormais comuns entre os membros desta
família. Porém, arrebatada por uma súbita paixão e munida de coragem, ela logo
se arrisca para ajudá-lo num jogo perigoso de perseguições. Argus logo descobre
que Lorelei é sua única esperança de salvação, e que seu desejo pode ser a mais
importante arma para combater seus inimigos. O escolhido é o quarto livro da
saga da família Wherlocke, cujo personagem principal, Argus Wherlocke, tem o
dom de hipnotizar as pessoas pelo olhar e pela voz. Argus é da mesma família de
Chloe, Penelope e Alethea, personagens apresentadas nos livros A Vidente, A
Sensitiva e A Intuitiva.













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