Eiji Yoshikawa - Musashi I (A Terra, A Água e O Fogo):
Volume 1 – A Terra, A Água e O Fogo: volume que traz os três primeiros livros da saga, que narram a disputa com o clã dos Yoshiokas e o importante duelo de Ichijoji.
Musashi, o grande romance épico japonês do século 20, com
mais de 120 milhões de exemplares vendidos, conta a história de Miyamoto
Musashi, na vida real o grande samurai do Japão da época dos xoguns.
Após o violento e histórico duelo de Ichioji, Musashi
procura abrigo num templo do monte Hiei para recuperar-se física e mentalmente
de seus ferimentos. Depois, segue seu caminho de samurai peregrino na rota do
aperfeiçoamento filosófico e guerreiro, e também se envolve em duelo particular
com a natureza, ao tentar dominá-la.
O jovem guerreiro incorporando força e agilidade
ímpares torna-se também mais humano: desenvolve profunda amizade com um
manejador do bastão que por muito pouco não o derrota, além de procurar formar
um discípulo à sua imagem na pessoa de um garoto que passa a acompanhá-lo
durante sua missão. Para não falar da bela jovem que conquistou seu coração,
amor que revela o lado sensível e frágil de Musashi, e que na verdade não logra
dominar e fazer frutificar.
* * *
Eiji Yoshikawa - Musashi II (O Vento, O Céu):
Volume 2 – O Vento, O Céu: nesse volume, Musashi vai em direção ao monte Hiei procurar abrigo, para que possa recuperar sua saúde física e mental. Após recompor-se, o samurai segue sua rota, iniciando um momento de reflexão, aperfeiçoamento filosófico e melhora de suas habilidades como guerreiro. É nessa parte da história que se conhece mais o lado afetivo de Musashi. Surgem novas amizades, como a do habilidoso manejador de bastão e a do garoto que se torna seu discípulo, e também um amor por uma bela garota, por quem se apaixona.
Volume 2 – O Vento, O Céu: nesse volume, Musashi vai em direção ao monte Hiei procurar abrigo, para que possa recuperar sua saúde física e mental. Após recompor-se, o samurai segue sua rota, iniciando um momento de reflexão, aperfeiçoamento filosófico e melhora de suas habilidades como guerreiro. É nessa parte da história que se conhece mais o lado afetivo de Musashi. Surgem novas amizades, como a do habilidoso manejador de bastão e a do garoto que se torna seu discípulo, e também um amor por uma bela garota, por quem se apaixona.
Este romance épico baseado diretamente na história japonesa
narra um período da vida do mais famoso samurai do Japão, que viveu
presumivelmente entre 1584 e 1645. O início é antológico, com Musashi
recuperando os sentidos em meio a pilhas de cadáveres do lado dos vencidos na
famosa batalha de Sekigahara. Perambula a seguir em meio a um Japão em crise
onde samurais condenados ao desemprego e à miséria por senhores feudais
derrotados semeiam a vilania ditando a lei do mais forte. Musashi será mais um
dentre estes inúmeros pequenos tiranos, derrotando impiedosamente quem encontra
pela frente até que um monge armado apenas de sua malícia e alguns preceitos
filosóficos zen-budistas consegue capturá-lo e pô-lo rudemente à prova. Musashi
consegue fugir graças a uma jovem admiradora, para ser novamente capturado, e
agora fica três anos confinado numa masmorra onde uma longa penitência toda
feita de leituras e reflexões o fará ver um novo sentido para a vida assim como
novos usos para sua força e habilidade descomunais. Os caminhos rumo à
plenitude do ser jamais são fáceis, e em seus anos de peregrinação em busca da
perfeição tanto espiritual quanto guerreira enfrentará os mais diversos
adversários, tendo inclusive que sair-se várias vezes de situações
desesperadoras. É numa dessas situações que, totalmente acuado, usará pela
primeira vez, em meio ao calor da luta e quase inconscientemente de início, a
surpreendente técnica das duas espadas, o estilo Niten ichi, que o tornaria
famoso pelo resto dos tempos.













Nenhum comentário:
Postar um comentário